
Era mulher de fino o trato
De matar de inveja língua de trapo
Andava com o seu vestido galopante
Mas era sisuda e não insinuante
E quem atravessasse o seu caminho
Com conversa de pé de ouvido miudinho
Recebia logo um não na cara
Pois era mulher de não levar desaforos para casa
Alguns achavam que era mitideza
Não entendiam que tanta aspereza
Era porque não suportava ridículas cantadas
E convenhamos, as que são dadas
São para dobrar-se de tanto rir
E ela gostava mesmo de se divertir
Olhando para os homens depois de dita a palavra:
E?
Eles não sabiam o que fazer
Talvez preferissem morrer
Mas ficavam parados, estáticos
Pois um acontecimento tão trágico
Não teria um final feliz...
E olhando de longe o povo diz
Que ela não tem educação
Dizem que maltrata o coração
E por isso observam de longe
A mulher de fino trato com seu vestido galopante
De matar de inveja língua de trapo
Andava com o seu vestido galopante
Mas era sisuda e não insinuante
E quem atravessasse o seu caminho
Com conversa de pé de ouvido miudinho
Recebia logo um não na cara
Pois era mulher de não levar desaforos para casa
Alguns achavam que era mitideza
Não entendiam que tanta aspereza
Era porque não suportava ridículas cantadas
E convenhamos, as que são dadas
São para dobrar-se de tanto rir
E ela gostava mesmo de se divertir
Olhando para os homens depois de dita a palavra:
E?
Eles não sabiam o que fazer
Talvez preferissem morrer
Mas ficavam parados, estáticos
Pois um acontecimento tão trágico
Não teria um final feliz...
E olhando de longe o povo diz
Que ela não tem educação
Dizem que maltrata o coração
E por isso observam de longe
A mulher de fino trato com seu vestido galopante
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